Entrou em vigor o sexto Código de Ética Médica reconhecido no Brasil, revisado após mais 20 anos de vigência do código anterior (que era de 1988). Alguns temas que sofreram revisão, atualização e ampliação se referem à publicidade médica, ao conflito de interesses, à segunda opinião, à responsabilidade médica, ao uso do placebo e à interação dos profissionais com planos de financiamento, cartões de descontos ou consórcios. Traz ainda novidades como a previsão de cuidados paliativos, o reforço à autonomia do paciente e regras para reprodução assistida e a manipulação genética.
Prevê ainda a ampliação de seu alcance aos médicos em cargos de gestão, pesquisa e ensino.
Nas palavras do Presidente do CFM, Roberto d'Avila, "temos um novo Código, mas não uma nova ética e os médicos devem estar atentos para realizar os ajustes percebidos como fundamentais, garantindo, assim, que a medicina brasileira continue a avançar lado a lado com a justiça e a ética" .
Veja na íntegra o novo Código de Ética Médica
http://www.portalmedico.org.br/novocodigo/integra.asp
atualizado em 20/04/2010
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