Por Dra. Isabella Santiago

Evidências de ensaios clínicos e insights da experiência clínica com terapias farmacológicas para osteoporose foram avaliadas na formulação desta diretriz para o tratamento da osteoporose pós-menopáusica. Preferências do paciente, dados sobre aderência e persistência, riscos e benefícios do paciente e perspectivas também foram considerados nas deliberações do comitê de redação. Um consenso entre os membros do Comitê de Redação foi alcançado por quatro princípios de gestão: (i) O risco de futuras fraturas em mulheres na pós-menopausa deve ser determinado usando ferramentas de avaliação específicas do país para orientar a tomada de decisão. (ii) As preferências do paciente devem ser incorporadas no planejamento do tratamento. (iii) Intervenções nutricionais e de estilo de vida e prevenção de quedas devem acompanhar todos os regimes farmacológicos para reduzir o risco de fraturas. (iv) Múltiplas terapias farmacológicas são capazes de reduzir as taxas de fraturas em mulheres na pós-menopausa, com perfil aceitável ​​de risco-benefício e segurança.